RJ: Advogado recupera R$ 80 mil que esqueceu dentro de vagão do metrô

Funcionário da concessionária encontrou os cheques e levou até o setor de achados e perdidos.

O advogado Luiz Roberto Caetano perdeu R$ 80 mil em um vagão do do Rio no mês passado, mas, inesperadamente, conseguiu recuperar a quantia.

Isso porque um funcionário da concessionária encontrou o pacote com 15 cheques e entregou no setor de Achados e Perdidos da concessionária.

Luiz Roberto esqueceu o pacote na estação Jardim Oceânico, na Linha 4, no meado do mês passado, e lembra que ficou super feliz quando soube que conseguiria recuperar os valores.

“Esqueci o envelope dentro do vagão. Só lembrei quando já havia saído da estação, próximo a um posto de combustível. Voltei e me informaram que poderia tentar recuperar por meio do SAC. Mandei um e-mail e me deram retorno informando que havia sido encontrado. Seria brabo se não conseguisse recuperá-los”, afirmou.

Durante o período de isolamento social, o Metrô Rio registrou 2.108 objetos perdidos nos trens e estações. Entre os objetos há 326 crachás e identidades e 612 cartões de bancos diversos.

houve também o registro de objetos mais curiosos, como um par de luvas de boxe rosa, caixa de transporte de animais, caixa de som e um pacote de rolo de papel higiênico.

Os objetos perdidos podem ser recuperados no espaço do cliente, que retomou o serviço presencial no dia 3 deste mês.

De acordo com a concessionária, o número de objetos recuperados em quatro meses de pandemia pode ser comparado com o que é perdido em períodos mais curtos de grandes eventos, como carnaval e réveillon, e reflete a redução no fluxo de passageiros, que chegou a 80% no período mais crítico das ações de isolamento social.

Os clientes que perderam ou esqueceram algum objeto nos trens ou nas estações do Metrô Rio podem entrar em contato por meio do site ou também dirigir-se diretamente ao espaço do cliente, na estação carioca, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 8h às 13h e das 14 às 17.

Todos os itens recolhidos ficam guardados por até 60 dias. Depois desse prazo, os objetos são destinados a doações para instituições sociais.

Original de G1

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