Operação investiga atuação do PCC em SP

Já foram identificados 21 suspeitos, alguns já detidos

O Ministério Público de São Paulo () deflagrou hoje (14), com o apoio da Polícia Militar, a Operação Sharks, para inibir a atuação do Primeiro Comando da Capital (), uma das principais facções criminosas do país.

A ação é realizada por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e tem por base investigações iniciadas no primeiro semestre de 2019. 

Em nota, o MPSP informa que a apuração focaliza, sobretudo, atividades dos primeiros escalões da facção. No total, foram identificados 21 suspeitos, alguns já detidos. 

Até o momento, descobriu-se que os integrantes do PCC movimentam mais de R$ 100 milhões por ano com o tráfico de drogas e quantias arrecadadas de membros do grupo criminoso. No informe, o MPSP destaca que as transações são todas organizadas rigorosamente, em planilhas. 

Em agosto, a Polícia Federal cumpriu 422 mandados de prisão preventiva e 201 mandados de busca e apreensão, todos no âmbito da Operação Caixa Forte 2, estruturada para desmantelar núcleos do PCC. Na ocasião, foram mobilizados 1,1 mil agentes.

Original de Agência Brasil

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