Leilões de bens do tráfico geram R$ 92 M ao Fundo Nacional Antidrogas

Meta da pasta é alcançar 100 leilões e arrecadar R$ 200 milhões até o final do ano

A arrecadação do Fundo Nacional Antidrogas () bateu recorde de R$ 92 milhões, superando os R$ 91 milhões arrecadados no ano anterior, total que já era um crescimento exponencial ante R$ 44 milhões arrecadados em 2018.

Os valores cresceram desde que Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, passou a implementar, a partir de novembro de 2019, um modelo mais ágil de de bens confiscados do tráfico de drogas. 

Desde o início dessa nova política, R$ 16,3 milhões foram arrecadados com o arremate de 1.617 itens em 40 leilões realizados em 14 estados.  Desse total, só nos últimos três meses, foram mais de R$ 9,3 milhões arrecadados em 30 leilões com o arremate de 802 ativos.

O valor arrecadado durante o período da pandemia corresponde a 10% do valor atual do fundo (R$ 92 milhões), o que reforça o êxito dos leilões virtuais realizados pela Senad.

Até o final deste ano, a meta da pasta é alcançar 100 leilões em todo o país e arrecadar R$ 200 milhões para o Funad, que é gerido pela Senad. A maior parte dos recursos do fundo é proveniente dessa alienação de bens.

Desde o início do ano, os recursos arrecadados têm sido investidos em projetos do Ministério da Justiça e Segurança Pública voltados a ações de combate ao tráfico de drogas e segurança nas fronteiras no país, como o VIGIA. 

Outro projeto com aportes do Funad é o Centro de Desenvolvimento de Cães Farejadores, que está em construção na sede da Polícia Rodoviária Federal, em Brasília.

A destinação dos recursos do Funad é voltada, dentre outras, para a realização de projetos, campanhas, estudos e capacitações para promover a redução da oferta e da demanda de drogas.

Original de Ministério da Justiça e Segurança Pública

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