MG: Governo cede Sistema de Leilão Eletrônico ao Estado do Paraná

Governo de Minas, atendendo a uma solicitação do Estado do Paraná, cedeu gratuitamente para uso do governo o Sistema de , desenvolvido pelo Executivo mineiro por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

Atualmente, todos os bens materiais inservíveis do governo mineiro são vendidos pela plataforma, disponível no site, sem realização de leilões presenciais.

O anúncio foi feito pelo governador Romeu Zema e pelo secretário de Planejamento e Gestão, Otto Levy.

“Leilões presenciais custam caro para o Estado. Por isso, no início da minha gestão, determinei que fosse criado o leilão eletrônico, com finalidade de aumentar a frequência na venda dos bens e a pesquisa de valores menores. É com muita satisfação que estamos cedendo gratuitamente o nosso sistema para o Governo do Paraná, que vai aumentar sua eficiência e poupar os cofres do Estado”, afirmou o governador.

Oito leilões eletrônicos de bens serão realizados nas próximas semanas pelo Governo de Minas.

“Neste momento de pandemia, em que se deve evitar aglomerações, muito comum em leilões presenciais, os leilões eletrônicos garantem a manutenção da atividade e fortalecem a política de gestão eficiente dos materiais, além de gerarem receitas tão importantes neste momento vivido pelo Governo de Minas”, acrescentou Otto Levy. 

Leilão eletrônico

Segundo o secretário, os leilões eletrônicos, além de permitirem participação de um número maior de interessados, reduzem o custo de armazenagem dos bens.

O Estado passou a economizar R$ 120 mil por ano com a manutenção e vigilância do Pátio de que era mantido em Belo Horizonte.

O imóvel foi destinado para outro uso. 

Em 2018, último ano com leilões presenciais, foram realizados 21 eventos, que geraram uma receita de R$ 9,3 milhões, com a venda de 1334 veículos.

Em 2019, foram 72 eventos virtuais, com a alienação de 1711 veículos e arrecadação de R$ 14,8 milhões.

“O aumento de quase 342% na quantidade de eventos, associado a uma valorização efetiva de mais de 23% em cada veículo vendido, possibilitou dobrar a receita com este ativo e reduzir o número de veículos paralisados em Minas Gerais” completou Otto.

Fonte: Agência Minas

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